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Vem, Exú: Uma jornada delicada sobre perder aquilo que foi conquistado.
‘Quando a noite era nova igual ao silêncio antes do trovão Exu tentava dormir’ A direção de arte do jogo é excepcional | Imagem: Vem, Exu! A jornada cujo você aceita participar, assim que clica no play, é íntima. Não há diálogos, e sinto que eles tampouco são necessários para que se entenda os pensamentos, as ações e como a história irá se desenrolar. É uma jornada curta, a demo durou 15 minutos. Mas certamente foi o necessário para me sentir imerso na história e ansioso pel

Fliperama de Rua
há 5 dias2 min de leitura


Nonbinary Coded Games - Confira quatro destaques do evento!
Pensou que havia acabado? Voltamos para cobrir mais alguns jogos da Nonbinary Coded Games, o evento da Steam que encantou a todos com a diversidade de gêneros e ideias que apenas a não-conformidade de gênero pode proporcionar! Dessa vez, para fechar a nossa cobertura, escolhemos quatro jogos extremamente únicos, incluindo um de terras brasileiras. Vem dar uma olhada! Death of a Wish — melessthanthree Imagem: Death of a wISH Análise por Max Fernandes Ok. Você está se rebeland

Fliperama de Rua
20 de jul.3 min de leitura


Por que tantos remakes?
Ok. Todo mundo já falou disso. Não sou nenhum floco de neve especial por estar escrevendo sobre como remakes são o fim do mundo e a indústria está sem criatividade, afinal, ela não está. Inovação existe, ainda está em plena forma e é possível sim trazer novas ideias, mesmo nos blockbusters. Mesmo assim, é evidente que sim, o mundo dos jogos – bem como todo o mundo do entretenimento e da mídia de grande alcance – está com medo de se arriscar com projetos novos originais.

Max Fernandes
17 de jul.11 min de leitura


Non-Binary Coded Games: o que testamos no evento
Em comemoração ao Dia da Não-Binariedade, surgiu uma iniciativa realmente muito interessante para a cena de jogos independentes feitos por pessoas de dentro do espectro. Hoje começa o Non-Binary Coded Games, evento que reúne desenvolvedores não-binários de todo o mundo. O Fliperama de Rua se inscreveu para a cobertura da iniciativa e trazer um pouquinho do que testamos para vocês. Vamos lá? Micromega — COVEN Imagem: Micromega Análise por: Max Fernandes Micromega foi um jogo q

Fliperama de Rua
13 de jul.5 min de leitura


Tomodachi Life: nem tudo precisa estar sob controle
Antes de chegarmos no jogo em si, preciso apresentar um conceito que não deve ser exclusivo: o loop infinito de ter uma vontade insana de jogar algo por uma semana inteira, cansar do jogo e voltar depois de um ano. The Sims é esse jogo pra mim. Uma vez por ano sinto uma cafubira descomunal para instalar o jogo e jogar por muitas horas. E esse ano, a minha vontade foi saciada com ele: Tomodachi Life: Living a Dream.

Iara Vilela
8 de jul.4 min de leitura


SpawnPoint #04 | Summer Game Fest foi um sucesso ou um fiasco?
Imagem: PlayStation Blog Um dos períodos mais aguardados do ano para quem acompanha a indústria dos games é a Summer Game Fest. A temporada de anúncios reúne diversas apresentações, como State of Play, Xbox Showcase, Day of the Devs, Nintendo Direct e outras conferências, além do show principal comandado por Geoff Keighley. Nos últimos anos, o evento vem cobrindo o espaço deixado pela saudosa E3, a Electronic Entertainment Expo, e se consolidou como a principal vitrine de anú

Fliperama de Rua
7 de jul.2 min de leitura


Genshin Impact: como Dottore conseguiu se tornar um vilão tão impactante
Como, na minha visão, Dottore se encaixa no espectro de vilões que são ruins por natureza e como isso o consagra como o melhor antagonista de todos os conteúdos de Genshin Impact até o momento.

Mariana Vilela
26 de jun.5 min de leitura


Punisher: a tradução bizarra do personagem para PlayStation 2
Aviso: esse texto contém descrições gráficas de violência. Leia por sua conta e risco. O Justiceiro é um personagem muito sem graça. Tá, isso é repentino, mas acho que é importante, antes de tudo, deixar claro nesse texto que eu não vejo Frank Castle como um personagem complexo, multifacetado ou um espelho de certas coisas, pois isso é algo recente. Eu vejo o Justiceiro como muita gente decidiu vê-lo e, como seu novo especial no Disney+, Justiceiro — Uma Última Morte (2016),

Senhor Genérico
23 de jun.5 min de leitura


Crimson Desert e jogos que precisam de muito, muito tempo
Crimson Desert é uma difícil recomendação. Num mundo em que tempo é dinheiro, onde entra o tempo da diversão? Muita gente tira uma, talvez duas horas por dia pra jogar depois de um dia de trabalho, e isso se sobrar tempo depois de preparar algo pra comer, tomar banho, e organizar as coisas pro dia seguinte.

Luco Borgs
20 de jun.7 min de leitura


Fliperama de rua entrevista Francisco Jr, dublador de Ryomen Sukuna na Arena Gamer XP 2.0
Sabemos muito bem que o Brasil é um dos países com as melhores dublagens para todos os tipos de mídia. Nossas adaptações são extremamente bem feitas e fazem com que universos completamente diferentes do nosso continuem com nossa identidade presente, com gírias e forma de se expressar muito bem adaptados. Nesses momentos, devemos agradecer a genialidade e a sagacidade das equipes de dublagem que nós temos aqui no Brasil, e entre essa equipe de peso temos o dublador, ator e di

Mariana Vilela
18 de jun.3 min de leitura


Paralives: Vem aí o substituto de The Sims?
Simuladores de coisas reais existem por aí à rodo, não é mesmo? Alguns mais famosos que os outros, de gêneros distintos e, principalmente, nichos diferentes. Há quem ame um emo guitarrista de cabelo vermelho, mas há também aqueles apaixonados por pilotar caminhões de carga pelas rodovias. Entretanto, temos entre eles um tema sensível que, por mais de duas décadas, foi o favorito de muitos - mesmo que com rios de reclamações. E sim, estamos falando de The Sims, a referência em
Luiza Vasques
16 de jun.2 min de leitura


Fliperama de Rua entrevista o Youtuber Core na Arena Gamer XP 2.0
Atualmente com mais de 3 milhões de inscritos, Core é muito conhecido por falar de jogos como Five Nights at Freddy's, Poppy Playtime, The Amazing Digital Circus entre muitos outros jogos, mas segue sendo referência principalmente no fandom de Five Nights at Freddy’s. Pessoalmente, sempre que penso nessa franquia acabo me lembrando dele pois, mesmo não sendo o único criador que acompanhei ao conhecer o jogo, ele foi o único que consegui acompanhar a história e as teorias (o q

Mariana Vilela
11 de jun.3 min de leitura


Fliperama de Rua entrevista Felipe Grinnan, a voz de Leon S. Kennedy, na Arena Gamer XP 2.0
Durante o evento Arena Gamer XP 2.0, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o universo da atuação voltada para a dublagem e mais sobre o próprio Felipe Grinnan, que dá voz a personagens icônicos como Leon S. Kennedy de Resident Evil e é a voz brasileira oficial de atores como Orlando Bloom, Jake Gyllenhaal e Jude Law.

Iara Vilela
10 de jun.3 min de leitura


Tudo o que rolou na Arena Gamer XP 2.0
Eventos nerds e geeks como a Arena Gamer XP 2.0 sempre geram expectativa em Goiânia. Para quem acompanha a cena local, existe uma sensação constante de que estamos um pouco distantes dos grandes circuitos de eventos do país. Por isso, quando surge uma convenção que consegue reunir atrações relevantes, expositores interessantes, criadores de conteúdo, competições e uma boa experiência para o público, ela naturalmente chama atenção.

Iara Vilela
9 de jun.4 min de leitura


Fliperama de Rua leva cobertura especial para a AGXP 2.0
Desde as primeiras conversas ao redor da criação do Fliperama de Rua, a ideia que nos moveu sempre foi uma só: mostrar que o universo dos games não acontece apenas no eixo Rio-São Paulo. O Fliperifa sempre buscou iniciativas, criadores e comunidades que fazem parte e movimentam o cenário em outras regiões do Brasil. Justamente por isso, o Fliperama de Rua está em Goiânia para uma cobertura especial da Arena Gamer XP 2.0 (AGXP 2.0), um dos principais eventos de cultura geek e

Iara Vilela
5 de jun.2 min de leitura


O Retorno do Obra Dinn e como os jogos precisam de tempo
Hoje em dia, é comum presenciar uma maior quantidade de jogos curtos ou de partidas rápidas. Nos últimos anos, ter tempo hábil para jogar se tornou um momento de luxo, onde eu tirava o meu tempo de sono para jogar por 2h durante a semana. Com um novo ano e uma nova realidade, atualmente tenho mais opções e tempo para jogar, o que me fez viver grandes aventuras explorando a biblioteca da família Steam. Entre os jogos que estavam juntando teia, estava O Retorno de Obra Dinn.

Iara Vilela
29 de mai.4 min de leitura


Qual é a do Mixtape?
Quando eu via Mixtape por aí em eventos de videogame, só o que conseguia pensar era “nossa, mais um escolinha e música, que preguiça”. O sentimento vinha de uma total desilusão com jogos que tentam capturar essa imagem, em especial os da Deck Nine e da Dontnod. Life is Strange é uma franquia de altos e baixos, e seus irmãos (Tell Me Why e Lost Records) não me apeteceram nem um pouco.

Max Fernandes
23 de mai.8 min de leitura


Colheres, dados e estabilizadores: minha vida com TEA e Citizen Sleeper
Após receber o laudo de Transtorno de Espectro Autista (TEA), percebi que estava pesquisando com bastante frequência protocolos de resposta a situações de desconforto para que a vida pudesse se tornar menos sofrida, de forma que eu evitasse ao máximo o ciclo de burnout que me parecia eterno.
Allana Emilia
18 de mai.3 min de leitura


Quando continuar estraga: o dilema das sequências nos videogames
Existe um impulso muito natural depois de terminar uma história: “e se tivesse mais?”. Só que eu e você sabemos que nem toda história precisa de um depois, principalmente porque, quando passam do limite, deixam de ser ícones e começam a virar… farofa.

Iara Vilela
8 de mai.4 min de leitura


“O Aconchego do Nada”: Emicida, Terra das Gemas e Dark Souls 3
“Esse lugar marca nosso túmulo, mas você pode descansar aqui, se quiser.” Os Príncipes Gêmeos | Imagem: Dark Souls 3 Dark Souls III fez dez anos em 2026. Eu não estava muito motivado para escrever algo comemorativo porque sinceramente, esse nem é meu título favorito da FromSoftware. Na realidade, longe disso: para uma série que preza tanto pelo level design, DS3 só não é pior nesse aspecto que seu predecessor na trilogia, entretanto, a ideia surgiu quando, numa seleção aleató

Max Fernandes
30 de abr.5 min de leitura
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