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Paralives: Vem aí o substituto de The Sims?
Simuladores de coisas reais existem por aí à rodo, não é mesmo? Alguns mais famosos que os outros, de gêneros distintos e, principalmente, nichos diferentes. Há quem ame um emo guitarrista de cabelo vermelho, mas há também aqueles apaixonados por pilotar caminhões de carga pelas rodovias. Entretanto, temos entre eles um tema sensível que, por mais de duas décadas, foi o favorito de muitos - mesmo que com rios de reclamações. E sim, estamos falando de The Sims, a referência em
Luiza Vasques
há 9 horas2 min de leitura


Fliperama de Rua entrevista o Youtuber Core na Arena Gamer XP 2.0
Atualmente com mais de 3 milhões de inscritos, Core é muito conhecido por falar de jogos como Five Nights at Freddy's, Poppy Playtime, The Amazing Digital Circus entre muitos outros jogos, mas segue sendo referência principalmente no fandom de Five Nights at Freddy’s. Pessoalmente, sempre que penso nessa franquia acabo me lembrando dele pois, mesmo não sendo o único criador que acompanhei ao conhecer o jogo, ele foi o único que consegui acompanhar a história e as teorias (o q

Mariana Vilela
há 6 dias3 min de leitura


Fliperama de Rua entrevista Felipe Grinnan, a voz de Leon S. Kennedy, na Arena Gamer XP 2.0
Durante o evento Arena Gamer XP 2.0, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o universo da atuação voltada para a dublagem e mais sobre o próprio Felipe Grinnan, que dá voz a personagens icônicos como Leon S. Kennedy de Resident Evil e é a voz brasileira oficial de atores como Orlando Bloom, Jake Gyllenhaal e Jude Law.

Iara Vilela
há 7 dias3 min de leitura


Tudo o que rolou na Arena Gamer XP 2.0
Eventos nerds e geeks como a Arena Gamer XP 2.0 sempre geram expectativa em Goiânia. Para quem acompanha a cena local, existe uma sensação constante de que estamos um pouco distantes dos grandes circuitos de eventos do país. Por isso, quando surge uma convenção que consegue reunir atrações relevantes, expositores interessantes, criadores de conteúdo, competições e uma boa experiência para o público, ela naturalmente chama atenção.

Iara Vilela
9 de jun.4 min de leitura


Fliperama de Rua leva cobertura especial para a AGXP 2.0
Desde as primeiras conversas ao redor da criação do Fliperama de Rua, a ideia que nos moveu sempre foi uma só: mostrar que o universo dos games não acontece apenas no eixo Rio-São Paulo. O Fliperifa sempre buscou iniciativas, criadores e comunidades que fazem parte e movimentam o cenário em outras regiões do Brasil. Justamente por isso, o Fliperama de Rua está em Goiânia para uma cobertura especial da Arena Gamer XP 2.0 (AGXP 2.0), um dos principais eventos de cultura geek e

Iara Vilela
5 de jun.2 min de leitura


O Retorno do Obra Dinn e como os jogos precisam de tempo
Hoje em dia, é comum presenciar uma maior quantidade de jogos curtos ou de partidas rápidas. Nos últimos anos, ter tempo hábil para jogar se tornou um momento de luxo, onde eu tirava o meu tempo de sono para jogar por 2h durante a semana. Com um novo ano e uma nova realidade, atualmente tenho mais opções e tempo para jogar, o que me fez viver grandes aventuras explorando a biblioteca da família Steam. Entre os jogos que estavam juntando teia, estava O Retorno de Obra Dinn.

Iara Vilela
29 de mai.4 min de leitura


Qual é a do Mixtape?
Quando eu via Mixtape por aí em eventos de videogame, só o que conseguia pensar era “nossa, mais um escolinha e música, que preguiça”. O sentimento vinha de uma total desilusão com jogos que tentam capturar essa imagem, em especial os da Deck Nine e da Dontnod. Life is Strange é uma franquia de altos e baixos, e seus irmãos (Tell Me Why e Lost Records) não me apeteceram nem um pouco.

Max Fernandes
23 de mai.8 min de leitura


Colheres, dados e estabilizadores: minha vida com TEA e Citizen Sleeper
Após receber o laudo de Transtorno de Espectro Autista (TEA), percebi que estava pesquisando com bastante frequência protocolos de resposta a situações de desconforto para que a vida pudesse se tornar menos sofrida, de forma que eu evitasse ao máximo o ciclo de burnout que me parecia eterno.
Allana Emilia
18 de mai.3 min de leitura


Quando continuar estraga: o dilema das sequências nos videogames
Existe um impulso muito natural depois de terminar uma história: “e se tivesse mais?”. Só que eu e você sabemos que nem toda história precisa de um depois, principalmente porque, quando passam do limite, deixam de ser ícones e começam a virar… farofa.

Iara Vilela
8 de mai.4 min de leitura


“O Aconchego do Nada”: Emicida, Terra das Gemas e Dark Souls 3
“Esse lugar marca nosso túmulo, mas você pode descansar aqui, se quiser.” Os Príncipes Gêmeos | Imagem: Dark Souls 3 Dark Souls III fez dez anos em 2026. Eu não estava muito motivado para escrever algo comemorativo porque sinceramente, esse nem é meu título favorito da FromSoftware. Na realidade, longe disso: para uma série que preza tanto pelo level design, DS3 só não é pior nesse aspecto que seu predecessor na trilogia, entretanto, a ideia surgiu quando, numa seleção aleató

Max Fernandes
30 de abr.5 min de leitura


Forza Horizon e a Nubankização dos jogos de corrida
Forza Horizon é estranho. Ele existe em uma encruzilhada esquisita nos jogos de corrida, que normalmente orbitam 3 pontos: a simulação, que busca transformar o jogador no mais próximo possível de um piloto, sem a parte de ser agraciado por uma família rica o suficiente que possa prover essa experiência no mundo real, o arcade fantasioso, onde pobres tartarugas são transformadas em mísseis teleguiados, como se a Fundação Projeto Tamar fosse desenvolvida por Tony Stark.

Senhor Genérico
24 de abr.4 min de leitura


Neve: Claustrofobia, Escolhas e um Retrato Cruel do Trabalho
Acordar em um espaço apertado, pequeno e sem entender o que está acontecendo já seria uma situação aterrorizante por si só. Em Neve, esse sentimento inicial é colocado à prova quando a IA, CALAIS, G.O.D. (Gerenciador de Ocorrências de Desastres) que te diz que você está presa em sua cápsula de criogênio na nave cargueira Argo, sem ter como sair, com o oxigênio acabando e com apenas uma hora de armazenamento restante. A partir dessa premissa, o jogo brasileiro produzido pela R

Iara Vilela
17 de abr.5 min de leitura


Intertextualidade vira linguagem: Investigação Póstuma
Onde tudo começa, todos os dias... | Imagem: Mother Gaia Studio Sempre que eu começo a estudar a história do videogame no Brasil, fico fascinado com os jogos de aventura point-and-click. De certa forma, esse é um gênero que, conforme aparecia nos computadores pessoais, se fundia com a cultura nacional. Meu primeiro contato com um jogo assim foi nos computadores da biblioteca da escola, onde joguei um de Flash dos Simpsons em que o Bart tinha que se proteger de personagens que

Max Fernandes
16 de abr.4 min de leitura


Relembrar é resistir: Subversive Memories
Escrever sobre Subversive Memories é um tanto difícil para mim. Estive acompanhando o desenvolvimento desse jogo desde que Akira, o dev, anunciou seu projeto em uma postagem no fórum da comunidade de Discord do Nautilus.

Max Fernandes
6 de abr.5 min de leitura


Superestimado e desinteressante: Dispatch foi minha grande decepção carnavalesca
Muita gente vai para as ruas no Carnaval para curtir bloquinhos, ouvir música, dançar e encontrar amigos ou amores. Mas às vezes o Carnaval também traz decepções. Na minha folia particular, resolvi passar o tempo mergulhada em uma história que, para mim, se provou completamente um desperdício de tempo. Foi como sair com aquela pessoa que todo mundo elogia e quando você finalmente a conhece, percebe que a régua coletiva talvez esteja bem mais baixa do que imaginava.

Iara Vilela
1 de abr.5 min de leitura


Paraíso Perdido: por que o cancelamento de Mulher-Maravilha é tão sintomático?
Em fevereiro de 2025, pouco mais de um ano atrás, a desenvolvedora Monolith Productions fechou as portas. Esse encerramento de atividades marcou mais um dos inúmeros layoffs da indústria de jogos e representou uma tragédia ainda mais profunda para uma fanbase que já é extremamente machucada: os fãs da Mulher-Maravilha, já que o estúdio estava desenvolvendo um projeto específico com a heroína no centro.

Max Fernandes
13 de mar.7 min de leitura


Persona 5 Royal: Máscaras, Memórias e a Dor de se Apaixonar por uma Sombra
Persona 5 sempre despertou meu interesse, mas nunca aparecia o momento certo para jogar. Durante anos, ele foi apenas mais um dos 200 jogos na minha lista de desejos. Até que, em dezembro de 2025, tocou o alerta de promoção na PSN Store. Comprei Persona 5 Royal exatamente a tempo de aproveitar o recesso de final de ano do trabalho. Ainda bem que foi durante o recesso porque eu praticamente não dormi. Passei dias inteiros explorando Tokyo.

Iara Vilela
6 de mar.4 min de leitura


Barnyard: Como a nostalgia me reaproximou de um dos jogos mais divertidos que existem
Não existia sensação melhor do que chegar em casa depois de um longo dia de “muito aprendizado” no Fundamental I, largar a mochila em qualquer canto e correr para a televisão. Nessa época eu só ligava o PlayStation 2 e mergulhava por duas horas em jogos baseados nos desenhos que eu acompanhava, até chegar a hora da lição de casa. Não sei se essa foi uma experiência universal, mas, para mim, a vida começava quando eu chegava da escola e ia direto para a frente da TV. Os jogos

Iara Vilela
23 de fev.4 min de leitura


As vezes, tudo que precisamos é de um bom mistério: Blacksad - Under the Skin
Histórias de detetive são, há muito tempo, um gênero extremamente popular. Desde que Poe criou essa brincadeira com Assassinatos na Rua Morgue há quase duzentos anos, refinamos essa técnica com Agatha Christie e Arthur Conan Doyle, misturamos com outros gêneros a partir de trabalhos como Nome da Rosa e tornamos um entretenimento popular, seja com a literatura pulp na Black Mask do início do século XX até os seriados policiais filhas de Law & Order.

Max Fernandes
23 de jan.7 min de leitura


Alan Wake 2: Como um artista se relaciona com sua obra
Este texto não é uma análise profunda da história do jogo, nem um guia cheio de detalhes narrativos. O que proponho aqui é algo mais cru: uma reflexão sobre criatividade, bloqueio e a relação, muitas vezes dolorosa, entre o artista e aquilo que ele cria.

Iara Vilela
12 de jan.4 min de leitura
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