SpawnPoint #04 | Summer Game Fest foi um sucesso ou um fiasco?
- Fliperama de Rua

- 7 de jul.
- 2 min de leitura

Um dos períodos mais aguardados do ano para quem acompanha a indústria dos games é a Summer Game Fest. A temporada de anúncios reúne diversas apresentações, como State of Play, Xbox Showcase, Day of the Devs, Nintendo Direct e outras conferências, além do show principal comandado por Geoff Keighley. Nos últimos anos, o evento vem cobrindo o espaço deixado pela saudosa E3, a Electronic Entertainment Expo, e se consolidou como a principal vitrine de anúncios da indústria.
Em 2026 certamente não faltaram surpresas. Depois de algumas edições com anúncios mornos, este ano tivemos uma sequência de anúncios capaz de empolgar até os mais descrentes (todos). Foi um novo sinal de vida de Kingdom Hearts IV, a revelação de Final Fantasy VII Revelation, capítulo que encerra a trilogia de remakes, além do aguardado/inesperado anúncio de Resident Evil Code: Veronica Remake.
Outros destaques incluíram a confirmação da data de lançamento de Silent Hill: Townfall e Control Resonant, que para a tristeza da carteira de muitos (incluindo a minha) foram anunciados para o mesmo dia. Teve a aparição de Stranger Than Heaven, que ainda conseguiu surpreender ao revelar a presença de Tupac no jogo, novidades para Persona 4 Revival e até mesmo o anúncio de Persona 6. Mas, talvez, a maior surpresa de todas tenha sido algo que parecia um rumor improvável: o tão especulado remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente se tornou realidade.
Com tantas novidades e discussões na internet, o tema do Spawnpoint deste mês não podia ser outro. E fica a pergunta: a Summer Game Fest deste ano foi um sucesso ou só mais do mesmo? E pra falar sobre os altos e baixos das apresentações, temos a participação especial do Senhor Genérico, Francesco Casagrande e Murillo “Rave_X”. O episódio completo já está disponível no Spotify! OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/episode/7wthWYJqR4d7DOClHWjihc?si=olGZ9mXsT8C3Fqptvd8omg
Esse podcast foi editado por Luco Borgs


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