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Vem, Exú: Uma jornada delicada sobre perder aquilo que foi conquistado.
‘Quando a noite era nova igual ao silêncio antes do trovão Exu tentava dormir’ A direção de arte do jogo é excepcional | Imagem: Vem, Exu! A jornada cujo você aceita participar, assim que clica no play, é íntima. Não há diálogos, e sinto que eles tampouco são necessários para que se entenda os pensamentos, as ações e como a história irá se desenrolar. É uma jornada curta, a demo durou 15 minutos. Mas certamente foi o necessário para me sentir imerso na história e ansioso pel

Fliperama de Rua
há 4 dias2 min de leitura


Tomodachi Life: nem tudo precisa estar sob controle
Antes de chegarmos no jogo em si, preciso apresentar um conceito que não deve ser exclusivo: o loop infinito de ter uma vontade insana de jogar algo por uma semana inteira, cansar do jogo e voltar depois de um ano. The Sims é esse jogo pra mim. Uma vez por ano sinto uma cafubira descomunal para instalar o jogo e jogar por muitas horas. E esse ano, a minha vontade foi saciada com ele: Tomodachi Life: Living a Dream.

Iara Vilela
8 de jul.4 min de leitura


Genshin Impact: como Dottore conseguiu se tornar um vilão tão impactante
Como, na minha visão, Dottore se encaixa no espectro de vilões que são ruins por natureza e como isso o consagra como o melhor antagonista de todos os conteúdos de Genshin Impact até o momento.

Mariana Vilela
26 de jun.5 min de leitura


Crimson Desert e jogos que precisam de muito, muito tempo
Crimson Desert é uma difícil recomendação. Num mundo em que tempo é dinheiro, onde entra o tempo da diversão? Muita gente tira uma, talvez duas horas por dia pra jogar depois de um dia de trabalho, e isso se sobrar tempo depois de preparar algo pra comer, tomar banho, e organizar as coisas pro dia seguinte.

Luco Borgs
20 de jun.7 min de leitura


O Retorno do Obra Dinn e como os jogos precisam de tempo
Hoje em dia, é comum presenciar uma maior quantidade de jogos curtos ou de partidas rápidas. Nos últimos anos, ter tempo hábil para jogar se tornou um momento de luxo, onde eu tirava o meu tempo de sono para jogar por 2h durante a semana. Com um novo ano e uma nova realidade, atualmente tenho mais opções e tempo para jogar, o que me fez viver grandes aventuras explorando a biblioteca da família Steam. Entre os jogos que estavam juntando teia, estava O Retorno de Obra Dinn.

Iara Vilela
29 de mai.4 min de leitura


Qual é a do Mixtape?
Quando eu via Mixtape por aí em eventos de videogame, só o que conseguia pensar era “nossa, mais um escolinha e música, que preguiça”. O sentimento vinha de uma total desilusão com jogos que tentam capturar essa imagem, em especial os da Deck Nine e da Dontnod. Life is Strange é uma franquia de altos e baixos, e seus irmãos (Tell Me Why e Lost Records) não me apeteceram nem um pouco.

Max Fernandes
23 de mai.8 min de leitura


Neve: Claustrofobia, Escolhas e um Retrato Cruel do Trabalho
Acordar em um espaço apertado, pequeno e sem entender o que está acontecendo já seria uma situação aterrorizante por si só. Em Neve, esse sentimento inicial é colocado à prova quando a IA, CALAIS, G.O.D. (Gerenciador de Ocorrências de Desastres) que te diz que você está presa em sua cápsula de criogênio na nave cargueira Argo, sem ter como sair, com o oxigênio acabando e com apenas uma hora de armazenamento restante. A partir dessa premissa, o jogo brasileiro produzido pela R

Iara Vilela
17 de abr.5 min de leitura


Intertextualidade vira linguagem: Investigação Póstuma
Onde tudo começa, todos os dias... | Imagem: Mother Gaia Studio Sempre que eu começo a estudar a história do videogame no Brasil, fico fascinado com os jogos de aventura point-and-click. De certa forma, esse é um gênero que, conforme aparecia nos computadores pessoais, se fundia com a cultura nacional. Meu primeiro contato com um jogo assim foi nos computadores da biblioteca da escola, onde joguei um de Flash dos Simpsons em que o Bart tinha que se proteger de personagens que

Max Fernandes
16 de abr.4 min de leitura


Relembrar é resistir: Subversive Memories
Escrever sobre Subversive Memories é um tanto difícil para mim. Estive acompanhando o desenvolvimento desse jogo desde que Akira, o dev, anunciou seu projeto em uma postagem no fórum da comunidade de Discord do Nautilus.

Max Fernandes
6 de abr.5 min de leitura


Superestimado e desinteressante: Dispatch foi minha grande decepção carnavalesca
Muita gente vai para as ruas no Carnaval para curtir bloquinhos, ouvir música, dançar e encontrar amigos ou amores. Mas às vezes o Carnaval também traz decepções. Na minha folia particular, resolvi passar o tempo mergulhada em uma história que, para mim, se provou completamente um desperdício de tempo. Foi como sair com aquela pessoa que todo mundo elogia e quando você finalmente a conhece, percebe que a régua coletiva talvez esteja bem mais baixa do que imaginava.

Iara Vilela
1 de abr.5 min de leitura


Barnyard: Como a nostalgia me reaproximou de um dos jogos mais divertidos que existem
Não existia sensação melhor do que chegar em casa depois de um longo dia de “muito aprendizado” no Fundamental I, largar a mochila em qualquer canto e correr para a televisão. Nessa época eu só ligava o PlayStation 2 e mergulhava por duas horas em jogos baseados nos desenhos que eu acompanhava, até chegar a hora da lição de casa. Não sei se essa foi uma experiência universal, mas, para mim, a vida começava quando eu chegava da escola e ia direto para a frente da TV. Os jogos

Iara Vilela
23 de fev.4 min de leitura


As vezes, tudo que precisamos é de um bom mistério: Blacksad - Under the Skin
Histórias de detetive são, há muito tempo, um gênero extremamente popular. Desde que Poe criou essa brincadeira com Assassinatos na Rua Morgue há quase duzentos anos, refinamos essa técnica com Agatha Christie e Arthur Conan Doyle, misturamos com outros gêneros a partir de trabalhos como Nome da Rosa e tornamos um entretenimento popular, seja com a literatura pulp na Black Mask do início do século XX até os seriados policiais filhas de Law & Order.

Max Fernandes
23 de jan.7 min de leitura


O jogo que te faz torcer pelos vilões: Dispatch
Dispatch é quando um grupo de desajustados faz o impossível, tanto dentro quanto fora do jogo!

Max Fernandes
11 de dez. de 20257 min de leitura


No, I'm Not a Human: A união é essencial para vencer o fascismo
Review de No I'm Not a Human, jogo de terror psicológico em primeira pessoa que tem um desenvolvimento político curioso | Imagem: Arquivo Pessoal.

Max Fernandes
24 de nov. de 20258 min de leitura
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