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Por que tantos remakes?
Ok. Todo mundo já falou disso. Não sou nenhum floco de neve especial por estar escrevendo sobre como remakes são o fim do mundo e a indústria está sem criatividade, afinal, ela não está. Inovação existe, ainda está em plena forma e é possível sim trazer novas ideias, mesmo nos blockbusters. Mesmo assim, é evidente que sim, o mundo dos jogos – bem como todo o mundo do entretenimento e da mídia de grande alcance – está com medo de se arriscar com projetos novos originais.

Max Fernandes
17 de jul.11 min de leitura


Punisher: a tradução bizarra do personagem para PlayStation 2
Aviso: esse texto contém descrições gráficas de violência. Leia por sua conta e risco. O Justiceiro é um personagem muito sem graça. Tá, isso é repentino, mas acho que é importante, antes de tudo, deixar claro nesse texto que eu não vejo Frank Castle como um personagem complexo, multifacetado ou um espelho de certas coisas, pois isso é algo recente. Eu vejo o Justiceiro como muita gente decidiu vê-lo e, como seu novo especial no Disney+, Justiceiro — Uma Última Morte (2016),

Senhor Genérico
23 de jun.5 min de leitura


Paralives: Vem aí o substituto de The Sims?
Simuladores de coisas reais existem por aí à rodo, não é mesmo? Alguns mais famosos que os outros, de gêneros distintos e, principalmente, nichos diferentes. Há quem ame um emo guitarrista de cabelo vermelho, mas há também aqueles apaixonados por pilotar caminhões de carga pelas rodovias. Entretanto, temos entre eles um tema sensível que, por mais de duas décadas, foi o favorito de muitos - mesmo que com rios de reclamações. E sim, estamos falando de The Sims, a referência em
Luiza Vasques
16 de jun.2 min de leitura


Quando continuar estraga: o dilema das sequências nos videogames
Existe um impulso muito natural depois de terminar uma história: “e se tivesse mais?”. Só que eu e você sabemos que nem toda história precisa de um depois, principalmente porque, quando passam do limite, deixam de ser ícones e começam a virar… farofa.

Iara Vilela
8 de mai.4 min de leitura


“O Aconchego do Nada”: Emicida, Terra das Gemas e Dark Souls 3
“Esse lugar marca nosso túmulo, mas você pode descansar aqui, se quiser.” Os Príncipes Gêmeos | Imagem: Dark Souls 3 Dark Souls III fez dez anos em 2026. Eu não estava muito motivado para escrever algo comemorativo porque sinceramente, esse nem é meu título favorito da FromSoftware. Na realidade, longe disso: para uma série que preza tanto pelo level design, DS3 só não é pior nesse aspecto que seu predecessor na trilogia, entretanto, a ideia surgiu quando, numa seleção aleató

Max Fernandes
30 de abr.5 min de leitura


Forza Horizon e a Nubankização dos jogos de corrida
Forza Horizon é estranho. Ele existe em uma encruzilhada esquisita nos jogos de corrida, que normalmente orbitam 3 pontos: a simulação, que busca transformar o jogador no mais próximo possível de um piloto, sem a parte de ser agraciado por uma família rica o suficiente que possa prover essa experiência no mundo real, o arcade fantasioso, onde pobres tartarugas são transformadas em mísseis teleguiados, como se a Fundação Projeto Tamar fosse desenvolvida por Tony Stark.

Senhor Genérico
24 de abr.4 min de leitura


Paraíso Perdido: por que o cancelamento de Mulher-Maravilha é tão sintomático?
Em fevereiro de 2025, pouco mais de um ano atrás, a desenvolvedora Monolith Productions fechou as portas. Esse encerramento de atividades marcou mais um dos inúmeros layoffs da indústria de jogos e representou uma tragédia ainda mais profunda para uma fanbase que já é extremamente machucada: os fãs da Mulher-Maravilha, já que o estúdio estava desenvolvendo um projeto específico com a heroína no centro.

Max Fernandes
13 de mar.7 min de leitura


Persona 5 Royal: Máscaras, Memórias e a Dor de se Apaixonar por uma Sombra
Persona 5 sempre despertou meu interesse, mas nunca aparecia o momento certo para jogar. Durante anos, ele foi apenas mais um dos 200 jogos na minha lista de desejos. Até que, em dezembro de 2025, tocou o alerta de promoção na PSN Store. Comprei Persona 5 Royal exatamente a tempo de aproveitar o recesso de final de ano do trabalho. Ainda bem que foi durante o recesso porque eu praticamente não dormi. Passei dias inteiros explorando Tokyo.

Iara Vilela
6 de mar.4 min de leitura


Alan Wake 2: Como um artista se relaciona com sua obra
Este texto não é uma análise profunda da história do jogo, nem um guia cheio de detalhes narrativos. O que proponho aqui é algo mais cru: uma reflexão sobre criatividade, bloqueio e a relação, muitas vezes dolorosa, entre o artista e aquilo que ele cria.

Iara Vilela
12 de jan.4 min de leitura


A tardia (e surpreendente) chegada de The Legend of Zelda na minha vida
Videogames sempre fizeram parte da minha vida. Desde o momento em que minha mãe colocou um controle de Master System na minha mão, algo mudou completamente os rumos da minha vida: os games se tornaram o centro em quase tudo que faço até hoje. Mas existe um detalhe curioso na minha história de vida: meu contato com produtos da Nintendo sempre foi mínimo e nunca tinha tido a experiência de jogar The Legend of Zelda.

Iara Vilela
4 de dez. de 20255 min de leitura
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