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Quando continuar estraga: o dilema das sequências nos videogames
Existe um impulso muito natural depois de terminar uma história: “e se tivesse mais?”. Só que eu e você sabemos que nem toda história precisa de um depois, principalmente porque, quando passam do limite, deixam de ser ícones e começam a virar… farofa.

Iara Vilela
8 de mai.4 min de leitura


“O Aconchego do Nada”: Emicida, Terra das Gemas e Dark Souls 3
“Esse lugar marca nosso túmulo, mas você pode descansar aqui, se quiser.” Os Príncipes Gêmeos | Imagem: Dark Souls 3 Dark Souls III fez dez anos em 2026. Eu não estava muito motivado para escrever algo comemorativo porque sinceramente, esse nem é meu título favorito da FromSoftware. Na realidade, longe disso: para uma série que preza tanto pelo level design, DS3 só não é pior nesse aspecto que seu predecessor na trilogia, entretanto, a ideia surgiu quando, numa seleção aleató

Max Fernandes
30 de abr.5 min de leitura


Forza Horizon e a Nubankização dos jogos de corrida
Forza Horizon é estranho. Ele existe em uma encruzilhada esquisita nos jogos de corrida, que normalmente orbitam 3 pontos: a simulação, que busca transformar o jogador no mais próximo possível de um piloto, sem a parte de ser agraciado por uma família rica o suficiente que possa prover essa experiência no mundo real, o arcade fantasioso, onde pobres tartarugas são transformadas em mísseis teleguiados, como se a Fundação Projeto Tamar fosse desenvolvida por Tony Stark.

Senhor Genérico
24 de abr.4 min de leitura


Paraíso Perdido: por que o cancelamento de Mulher-Maravilha é tão sintomático?
Em fevereiro de 2025, pouco mais de um ano atrás, a desenvolvedora Monolith Productions fechou as portas. Esse encerramento de atividades marcou mais um dos inúmeros layoffs da indústria de jogos e representou uma tragédia ainda mais profunda para uma fanbase que já é extremamente machucada: os fãs da Mulher-Maravilha, já que o estúdio estava desenvolvendo um projeto específico com a heroína no centro.

Max Fernandes
13 de mar.7 min de leitura


Persona 5 Royal: Máscaras, Memórias e a Dor de se Apaixonar por uma Sombra
Persona 5 sempre despertou meu interesse, mas nunca aparecia o momento certo para jogar. Durante anos, ele foi apenas mais um dos 200 jogos na minha lista de desejos. Até que, em dezembro de 2025, tocou o alerta de promoção na PSN Store. Comprei Persona 5 Royal exatamente a tempo de aproveitar o recesso de final de ano do trabalho. Ainda bem que foi durante o recesso porque eu praticamente não dormi. Passei dias inteiros explorando Tokyo.

Iara Vilela
6 de mar.4 min de leitura


Alan Wake 2: Como um artista se relaciona com sua obra
Este texto não é uma análise profunda da história do jogo, nem um guia cheio de detalhes narrativos. O que proponho aqui é algo mais cru: uma reflexão sobre criatividade, bloqueio e a relação, muitas vezes dolorosa, entre o artista e aquilo que ele cria.

Iara Vilela
12 de jan.4 min de leitura


A tardia (e surpreendente) chegada de The Legend of Zelda na minha vida
Videogames sempre fizeram parte da minha vida. Desde o momento em que minha mãe colocou um controle de Master System na minha mão, algo mudou completamente os rumos da minha vida: os games se tornaram o centro em quase tudo que faço até hoje. Mas existe um detalhe curioso na minha história de vida: meu contato com produtos da Nintendo sempre foi mínimo e nunca tinha tido a experiência de jogar The Legend of Zelda.

Iara Vilela
4 de dez. de 20255 min de leitura
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