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Brasil Game Show 2026 | Testamos a demo de Stranger Than Heaven

Foto do escritor: Luã Trivellato
Luã Trivellato
9 de out.
2 min de leitura
Luã jogando Stranger Than Heaven | Imagem: Fliperama de Rua
Luã jogando Stranger Than Heaven | Imagem: Fliperama de Rua

Quando o estúdio responsável pela série Yakuza (também conhecida como Like a Dragon) anunciou que estava preparando um jogo novo eu fiquei feliz pela ideia de deixar pessoas talentosas e criativas tentarem algo diferente. Mas foi só quando o primeiro trailer oficial revelado no dia 6 de maio de 2026 saiu que eu realmente entendi a magnitude dessa empreitada.


O trailer, belíssimo, mostra escopo e ambição que o projeto tomou, espantando de todas as maneiras possíveis. Ele não só revela que o jogo está no cânone da série Yakuza como um prequel, mas também traz a ambição do roteiro de contar a história de um indivíduo por diversos períodos de sua vida, de 1915 até 1965 no Japão.


Gostaria de pontuar minha empolgação (e cautela) sobre essa escolha, pois do ponto de vista histórico o jogo passa exatamente durante a ascensão imperialista do Japão até a sua queda e invasão americana, trabalhando temas como o pertencimento daqueles que estão à margem da sociedade (como imigrantes) neste país que trata o estrangeiro como desumano (principalmente, mas não só, os chineses e coreanos). Tudo isso muito bem pontuado com um elenco de atores e cantores japoneses e americanos para a dublagem e a música tema que para mim é fantástica: faz meses que não consigo parar de cantarolar!


Preciso mencionar a polêmica: sim, o Tupac Shakur está no jogo. E sim, eu também acho essa adição questionável.


Independente de polêmicas, fiquei muito empolgado de poder jogar a demo do jogo na Brasil Game Show 2026 e colocar à prova se essa ambição ficou só em termos de roteiro ou se ela passou também para as ideias da jogabilidade.


A demo logo traz três desafios, o fácil, médio e difícil, no qual eu prontamente escolhi jogar na ordem crescente de desafio. No modo fácil o protagonista é colocado contra um grupo relativamente pequeno de inimigos, quase todos desarmados. Foi aí que me imediatamente minha questão foi resolvida: o jogo é ambicioso nos controles! Ele funciona mais semelhante à um soulslike, em que os gatilhos do lado direito respondem aos membros do lado direito do personagem, e, consequentemente, os do esquerdo correspondem aos membros esquerdos. Isso faz com que a jogabilidade fique muito mais metódica e estratégica do que o clássico Yakuza. Logo descobri que um combo mais eficiente é apertar R1, L1, R1, L1, do que apertar repetidamente o mesmo botão. 


Dito isso, essas descobertas custaram um game over no modo fácil. No entanto, com esse aprendizado, consegui seguir em frente e concluir até mesmo o maior desafio da demo com muito suor e adrenalina!


Stranger Than Heaven promete muito em ambição e podemos garantir que parte disso já está sendo entregue num sistema de batalha inovador e estratégico! E melhor ainda, o jogo estará completamente localizado em português do Brasil! E estará disponível para PCs, Playstation 5 e Xbox Series X/S.


As cidades parecem extremamente vivas e populosas | Imagem: Stranger Than Heaven
As cidades parecem extremamente vivas e populosas | Imagem: Stranger Than Heaven

Esse texto foi escrito por Luã Trivellato e editado por Max Fernandes


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