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Qual é a do Mixtape?
Quando eu via Mixtape por aí em eventos de videogame, só o que conseguia pensar era “nossa, mais um escolinha e música, que preguiça”. O sentimento vinha de uma total desilusão com jogos que tentam capturar essa imagem, em especial os da Deck Nine e da Dontnod. Life is Strange é uma franquia de altos e baixos, e seus irmãos (Tell Me Why e Lost Records) não me apeteceram nem um pouco.

Max Fernandes
23 de mai.8 min de leitura


Neve: Claustrofobia, Escolhas e um Retrato Cruel do Trabalho
Acordar em um espaço apertado, pequeno e sem entender o que está acontecendo já seria uma situação aterrorizante por si só. Em Neve, esse sentimento inicial é colocado à prova quando a IA, CALAIS, G.O.D. (Gerenciador de Ocorrências de Desastres) que te diz que você está presa em sua cápsula de criogênio na nave cargueira Argo, sem ter como sair, com o oxigênio acabando e com apenas uma hora de armazenamento restante. A partir dessa premissa, o jogo brasileiro produzido pela R

Iara Vilela
17 de abr.5 min de leitura


Intertextualidade vira linguagem: Investigação Póstuma
Onde tudo começa, todos os dias... | Imagem: Mother Gaia Studio Sempre que eu começo a estudar a história do videogame no Brasil, fico fascinado com os jogos de aventura point-and-click. De certa forma, esse é um gênero que, conforme aparecia nos computadores pessoais, se fundia com a cultura nacional. Meu primeiro contato com um jogo assim foi nos computadores da biblioteca da escola, onde joguei um de Flash dos Simpsons em que o Bart tinha que se proteger de personagens que

Max Fernandes
16 de abr.4 min de leitura


Barnyard: Como a nostalgia me reaproximou de um dos jogos mais divertidos que existem
Não existia sensação melhor do que chegar em casa depois de um longo dia de “muito aprendizado” no Fundamental I, largar a mochila em qualquer canto e correr para a televisão. Nessa época eu só ligava o PlayStation 2 e mergulhava por duas horas em jogos baseados nos desenhos que eu acompanhava, até chegar a hora da lição de casa. Não sei se essa foi uma experiência universal, mas, para mim, a vida começava quando eu chegava da escola e ia direto para a frente da TV. Os jogos

Iara Vilela
23 de fev.4 min de leitura


No, I'm Not a Human: A união é essencial para vencer o fascismo
Review de No I'm Not a Human, jogo de terror psicológico em primeira pessoa que tem um desenvolvimento político curioso | Imagem: Arquivo Pessoal.

Max Fernandes
24 de nov. de 20258 min de leitura
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