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Brasil Game Show 2026 | Testamos Sonic Pico Park

Foto do escritor: Fliperama de Rua
Fliperama de Rua
10 de out.
2 min de leitura

Ter um irmão ou uma irmã que gosta de videogame é uma experiência meio faca de dois gumes. Por um lado, você ganha uma companhia perfeita para aqueles jogos cooperativos que fazem qualquer partida virar uma boa memória. Por outro, aprende desde cedo a dividir o controle e, em alguns (muitos) casos, a apreciar uma gameplay talvez-não-tão-boa de um jogo que você também queria jogar.


Viver a era de ouro do PlayStation 2 com uma irmã ao lado significou, pra nós, entre outras coisas, ter companhia garantida para experimentar praticamente qualquer jogo que aparecesse pela frente. Inclusive aqueles mais duvidosos direto de uma adaptação de um desenho de sucesso da época.


Com o passar dos anos, o dinheiro começou a aparecer por nossa conta, e a possibilidade de escolher os próprios jogos também. Foi quando começamos a descobrir os jogos cooperativos mais recentes e percebemos uma coisa que nem mesmo a irmandade consegue superar… existem jogos em que cooperar de verdade é realmente necessário.


Na Brasil Game Show 2026, tivemos a oportunidade de testar a nossa amizade genuína com Sonic Pico Park… e deu certo (em partes). 


8 jogadores de Sonic Pico Park juntos em uma escadinha
Subir em um boneco do colega em um piso escorregadio não é a tarefa mais fácil do mundo | Imagem: Sonic Pico Park

O jogo permite escolher alguns dos personagens mais emblemáticos da franquia Sonic, como o próprio Sonic, Tails, Knuckles, Amy e Shadow. Entre as opções disponíveis, Mariana escolheu Tails, seu favorito da vida. Já Iara decidiu ser ela mesma — ou seja, Shadow.


Durante o teste, tivemos a oportunidade de explorar diferentes fases e descobrir como a mistura dos universos de Pico Park e Sonic funciona na prática. Com dois personagens em campo, conseguimos aproveitar bem os cenários e experimentar as possibilidades da jogabilidade. As mecânicas de Pico Park ganharam um novo sabor nessa combinação, especialmente com elementos que remetem aos cenários clássicos da franquia, como Green Hill, a movimentação em formato de “bolinha”, marcante para jogadores de Sonic e até mesmo a coleta de moedas para não morrer de primeira em um obstáculo do cenário.


Outro detalhe interessante está nas habilidades individuais de cada personagem, que influenciam diretamente a maneira de superar os obstáculos. Tails, por exemplo, pode voar, o que facilita a exploração e permite encontrar soluções diferentes para determinados desafios. Uma vantagem que Mariana aproveitou sempre que teve a oportunidade. 


Sonic Pico Park é o tipo de jogo feito para reunir amigos e familiares em torno de uma experiência cooperativa que mistura raciocínio, trabalho em equipe e uma pitada generosa de caos. Poder experimentar o jogo ao lado de alguém com quem se divide o controle desde o berço tornou tudo ainda mais especial. Entre (muitas) risadas e um pouco de discussão no estilo “Ei, me espera”, saímos da experiência com mais uma memória para guardar juntas por muito tempo.


Iara e Mariana jogando Sonic Pico Park. Na foto, Iara aparece de lado sorrindo.
Pico Park é um jogo que diverte, encanta e leva o caos | Imagem: Arquivo Pessoal.

Sonic Pico Park permite partidas de dois a oito jogadores e tem lançamento marcado para 12 de novembro de 2026, com versões para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox One e PC, via Windows e Steam.


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Esse texto foi escrito e editado por Mariana e Iara Vilela.



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