Brasil Game Show 2026 | Testamos HYPERDROP: A Pachinko Roguelite

Balatro já pode ser considerado um jogo revolucionário? Porque, para mim, o pacote de inovações trazido pelo título desenvolvido pelo LocalThunk precisa ser levado em consideração quando se estiver pensando em uma maneira de criar progressão e lógicas mais próximas de videogame quando quiser atualizar um jogo clássico para a mídia.

É dessa maneira que surge HYPERDROP: A Pachinko Roguelite. O jogo da Dark Dark Goose, que estava disponível para teste no estande da Devolver Digital na Brasil Game Show 2026, é muito simples: solte uma bolinha no topo de uma pista de pinos e assista ela cair. É o princípio básico do Pachinko: cada choque gera uma quantidade de pontos em sua soma. Porém, a cada turno, o jogador pode adicionar efeitos diversos em cada pino, permitindo que a bolinha ative esses efeitos ao colidir naquele espaço.
Envie a bolinha para o topo novamente. Duplique a bolinha. Multiplique o valor da pontuação. Gere uma chuva de microbolinhas que vão contribuir com o placar. São tantas opções que surgem e, ainda assim, o jogo não parece ter variações o suficiente ainda, visto que elas se repetem com frequência na loja.
O que me deixa maluco e, pra mim, é o que separou HYPERDROP de Balatro foi o teor muito mais caótico do jogo da Devolver Digital. Pachinko não é baralho: embora embaralhar as 52 (ou mais) cartas crie sempre uma combinação única desordenada, as bolinhas parecem totalmente imprevisíveis mesmo perto do baralho.
Isso faz HYPERDROP se tornar um roguelike totalmente viciante com um ciclo de gameplay que torna cada run imprevisível. HYPERDROP não tem uma data de lançamento, mas sua janela está prevista para 2027 e mal posso esperar para jogar novamente.

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Esse texto foi escrito por Max Fernandes e editado por Iara Vilela





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